Vale a Pena Comprar CPLE3? Análise Completa para Investidores em 2025

Vale a Pena Comprar CPLE3? Análise Completa para Investidores em 2025

Entenda os fundamentos, os riscos e os pontos de atenção antes de colocar CPLE3 na carteira.

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Por Rafael Nogueira · Atualizado em agosto de 2026 · ~9 min de leitura

Vale a pena comprar CPLE3 é uma das perguntas mais buscadas por quem acompanha o setor elétrico brasileiro, e a resposta depende de alguns fatores que vão muito além do preço atual da ação. A Copel (Companhia Paranaense de Energia) é uma das maiores distribuidoras e geradoras de energia do Brasil, com histórico de dividendos relevante e uma recente privatização que mudou o perfil de risco da empresa. Antes de qualquer decisão, vale entender o que os números dizem e o que eles escondem.

Neste artigo você vai ver os fundamentos da CPLE3, o impacto da privatização, os principais riscos regulatórios, o histórico de proventos e os pontos que separam um investimento sólido de uma aposta mal calibrada. Se você está montando ou revisando sua carteira de ações, as próximas seções vão ajudar a tomar uma decisão mais consciente.

Resumo: CPLE3 é a ação ordinária da Copel, empresa de energia privatizada em 2023. Ela paga dividendos com regularidade, opera em setor regulado e passou por mudanças de gestão que afetam o perfil de risco. A decisão de compra depende do seu horizonte de investimento, tolerância a risco regulatório e expectativa de proventos.

O que você vai ver

  1. O que é CPLE3 e qual é o perfil da empresa
  2. O impacto da privatização da Copel no papel
  3. Fundamentos financeiros: o que os números mostram
  4. Dividendos e proventos: o que esperar
  5. Riscos que todo investidor precisa conhecer
  6. Vale a pena comprar CPLE3 para o seu perfil?

O que é CPLE3 e qual é o perfil da empresa

CPLE3 é o ticker da ação ordinária da Copel, empresa paranaense de energia elétrica com atuação em geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia no Brasil, listada na B3 e na NYSE.

Histórico e porte da Copel

A Copel foi fundada em 1954 pelo governo do Paraná e cresceu até se tornar uma das maiores utilities do país. Ela atende mais de 4,7 milhões de unidades consumidoras no Paraná, opera usinas hidrelétricas, parques eólicos e linhas de transmissão que cruzam diferentes estados. Esse porte coloca a empresa entre as blue chips do setor elétrico brasileiro, ao lado de Eletrobras e Engie Brasil.

Por décadas a Copel foi uma estatal, o que garantia previsibilidade mas também limitava a eficiência operacional. A mudança de controle em 2023 trouxe uma nova dinâmica de gestão, com foco em redução de custos, desinvestimentos em ativos não estratégicos e melhora de margens. Quem compra CPLE3 hoje está comprando uma empresa em transição, e isso tem implicações diretas no valuation.

Diferença entre CPLE3, CPLE6 e CPLE11

A Copel tem três classes de ações negociadas na B3. CPLE3 são as ações ordinárias, que dão direito a voto nas assembleias. CPLE6 são as preferenciais, sem voto mas com prioridade no recebimento de dividendos. CPLE11 são os units, que reúnem ações ordinárias e preferenciais em um único certificado e têm maior liquidez no mercado.

Para o investidor pessoa física focado em proventos, CPLE6 e CPLE11 costumam ser mais discutidos pela liquidez e pelo histórico de dividendos. CPLE3 interessa mais a quem quer participação nas decisões da empresa ou busca uma exposição diferente ao mesmo ativo. Entender essa diferença evita confusão na hora de comparar preços e dividend yields entre as classes.

Setor elétrico e o contexto regulatório no Brasil

O setor elétrico brasileiro é regulado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) e pelo MME (Ministério de Minas e Energia). As tarifas de distribuição e transmissão passam por revisões periódicas que afetam diretamente a receita das empresas. Esse ambiente regulado traz previsibilidade de receita, mas também limita o crescimento orgânico acima do que a regulação permite.

Segundo dados da ANEEL, o Brasil tem um dos sistemas elétricos mais complexos do mundo, com matriz predominantemente hidrelétrica e crescente participação de fontes renováveis. Esse contexto favorece empresas como a Copel, que já tem portfólio diversificado entre hidro, eólica e solar, mas também cria riscos em anos de hidrologia ruim.

O impacto da privatização da Copel no papel

A privatização da Copel, concluída em 2023, transferiu o controle da empresa do governo do Paraná para o mercado, com a Equatorial Energia assumindo posição relevante no capital e na gestão da companhia.

O que mudou com a saída do governo estadual

Antes da privatização, a Copel tinha características típicas de estatal: quadro de pessoal robusto, processos lentos e decisões influenciadas por critérios políticos. Com a mudança de controle, a nova gestão anunciou um plano de eficiência que inclui redução de headcount, revisão de contratos e venda de ativos não estratégicos. Esse processo gera custos no curto prazo, mas pode melhorar margens nos próximos anos.

O mercado reagiu positivamente à privatização em um primeiro momento, com valorização das ações. Mas o processo de transformação de uma estatal em empresa privada eficiente leva tempo, e os resultados trimestrais dos primeiros anos pós-privatização tendem a ser voláteis. Quem compra CPLE3 agora está apostando que a execução do plano de eficiência vai se concretizar.

Equatorial Energia e o novo modelo de gestão

A Equatorial Energia é conhecida no setor por pegar distribuidoras problemáticas e transformá-las em operações eficientes. Ela fez isso com a CEMAR no Maranhão, com a CEAL em Alagoas e com outras distribuidoras que tinham altos índices de perdas e inadimplência. O histórico da Equatorial é um argumento positivo para quem analisa CPLE3.

Por outro lado, a Copel é uma empresa muito maior e mais complexa do que as distribuidoras que a Equatorial gerenciou anteriormente. A escala do desafio é diferente, e o risco de execução é real. Investidores que acompanham o setor elétrico de perto monitoram os indicadores operacionais trimestrais para ver se a tese de melhora de eficiência está se confirmando.

Como a privatização afeta os dividendos futuros

Uma das perguntas mais frequentes sobre CPLE3 é se a privatização vai aumentar ou reduzir os dividendos. A resposta depende do balanço entre dois movimentos: de um lado, a melhora de eficiência pode gerar mais lucro distribuível; de outro, a empresa pode optar por reinvestir o caixa em crescimento em vez de distribuir proventos.

A política de dividendos da Copel pós-privatização ainda está sendo calibrada. O estatuto prevê distribuição mínima de 25% do lucro líquido ajustado, mas a gestão tem sinalizado intenção de manter proventos atrativos para atrair investidores institucionais. Acompanhar as teleconferências de resultados e os comunicados ao mercado é a melhor forma de monitorar essa dinâmica.

Ponto de atenção: A privatização muda o perfil de risco da Copel, mas não elimina o risco regulatório. A ANEEL ainda define as tarifas e as regras do jogo para distribuidoras e transmissoras. Isso é bom para previsibilidade, mas limita surpresas positivas.

Fundamentos financeiros: o que os números mostram

Os fundamentos financeiros da CPLE3 incluem métricas como P/L (preço sobre lucro), EV/EBITDA, dívida líquida, margem EBITDA e retorno sobre patrimônio líquido, que juntos formam o quadro de saúde da empresa.

Indicadores de valuation para analisar

O P/L (preço sobre lucro) da CPLE3 costuma oscilar entre 8x e 14x, dependendo do momento do ciclo de resultados e das expectativas do mercado. Para o setor elétrico brasileiro, esse range é considerado razoável. O EV/EBITDA, que mede o valor da empresa em relação à geração de caixa operacional, é outro indicador relevante e costuma ficar entre 5x e 9x para utilities brasileiras.

Comparar esses múltiplos com pares do setor, como Engie Brasil (EGIE3), Taesa (TAEE11) e Cemig (CMIG4), ajuda a entender se CPLE3 está cara ou barata em termos relativos. Ferramentas como o Fundamentus e o Status Invest permitem essa comparação de forma rápida e gratuita.

Dívida e alavancagem

O nível de endividamento é um ponto crítico para empresas do setor elétrico, que precisam de capital intensivo para manter e expandir a infraestrutura. A relação dívida líquida sobre EBITDA da Copel ficou elevada nos anos anteriores à privatização, e a nova gestão tem trabalhado para reduzir essa alavancagem. Um índice acima de 3x dívida/EBITDA começa a preocupar analistas do setor.

Além do nível de dívida, o perfil de vencimentos importa. Dívidas concentradas no curto prazo exigem refinanciamento frequente e aumentam o risco em momentos de alta dos juros. A Selic elevada no Brasil em 2024 e 2025 torna esse ponto ainda mais relevante, pois eleva o custo de capital das empresas e reduz o atrativo relativo das ações em relação à renda fixa.

Receita, EBITDA e margens

A receita da Copel é diversificada entre distribuição, geração e transmissão, o que reduz a dependência de um único segmento. A distribuição responde pela maior parte da receita, mas a geração e a transmissão têm margens mais altas e menor risco regulatório de curto prazo. Acompanhar a evolução do EBITDA por segmento nos relatórios trimestrais dá uma visão mais precisa da qualidade dos lucros.

A margem EBITDA da Copel historicamente ficou entre 25% e 35%, com variações conforme o mix de receita e os custos operacionais. A melhora de eficiência prometida pela nova gestão deve se refletir em margens mais altas nos próximos anos, mas esse processo não é imediato. Resultados abaixo do esperado podem gerar volatilidade no preço da ação.

Dividendos e proventos: o que esperar

Dividendos e proventos: o que esperar

Os dividendos da CPLE3 são uma das principais razões pelas quais investidores de longo prazo analisam o papel, com dividend yield que historicamente variou entre 4% e 10% ao ano dependendo do ciclo de resultados.

Histórico de proventos da Copel

A Copel tem histórico de pagamento de dividendos que remonta a décadas, com distribuições regulares de juros sobre capital próprio (JCP) e dividendos ordinários. Nos anos de resultado mais forte, a empresa chegou a pagar dividendos extraordinários, elevando o yield pontualmente. Esse histórico é um argumento para investidores focados em renda passiva.

Mas o histórico passado não garante proventos futuros, especialmente em um momento de transição como o atual. A privatização mudou as prioridades de alocação de capital, e a nova gestão pode optar por usar o caixa para reduzir dívida ou fazer aquisições antes de aumentar os dividendos. Monitorar as declarações da diretoria sobre política de proventos é fundamental.

Como calcular o dividend yield real

O dividend yield é calculado dividindo o total de proventos pagos nos últimos 12 meses pelo preço atual da ação. Um yield de 6% ao ano em CPLE3, por exemplo, significa que para cada R$ 100 investidos, o acionista recebeu R$ 6 em proventos no período. Esse número precisa ser comparado com a taxa Selic e com o CDI para fazer sentido.

Com a Selic acima de 10% ao ano, uma ação precisa oferecer um prêmio de risco relevante para competir com a renda fixa. Isso significa que um dividend yield de 6% em CPLE3 pode não ser suficiente para justificar o risco adicional de renda variável para perfis mais conservadores. A conta muda para investidores com horizonte de 5 anos ou mais, que apostam na valorização do papel além dos proventos.

JCP, dividendos ordinários e extraordinários

A Copel distribui proventos em diferentes formatos: dividendos ordinários, que seguem o mínimo obrigatório do estatuto; JCP (juros sobre capital próprio), que têm benefício fiscal para a empresa; e dividendos extraordinários, pagos quando o resultado supera as expectativas. Cada formato tem implicações tributárias diferentes para o investidor pessoa física.

Dividendos são isentos de IR para pessoa física no Brasil, enquanto o JCP sofre retenção de 15% na fonte. Esse detalhe afeta o rendimento líquido real do investidor e deve ser considerado na comparação com outras alternativas de investimento. Consulte sempre um assessor de investimentos certificado para entender o impacto tributário no seu caso específico.

Dica prática: Use o histórico de proventos disponível no site da B3 para calcular o dividend yield médio dos últimos 3 e 5 anos, não apenas o yield dos últimos 12 meses. Isso dá uma visão mais realista do que esperar.

Riscos que todo investidor precisa conhecer

Os principais riscos de CPLE3 incluem risco regulatório, risco hidrológico, risco de execução do plano de privatização e risco macroeconômico relacionado à taxa de juros no Brasil.

Risco regulatório e revisões tarifárias

A ANEEL realiza revisões tarifárias periódicas que podem reduzir a receita das distribuidoras e transmissoras. Uma revisão desfavorável pode pressionar as margens da Copel por anos, já que as tarifas ficam travadas até o próximo ciclo de revisão. Esse é o risco mais específico do setor elétrico e o que mais preocupa analistas especializados.

Além das revisões ordinárias, mudanças na regulação do setor, como alterações nas regras de compensação de energia solar distribuída ou mudanças no modelo de contratação de energia no mercado livre, podem afetar o volume de receita da Copel. Acompanhar as consultas públicas da ANEEL e os comunicados do MME é parte do trabalho de quem investe no setor.

Risco hidrológico e climático

Parte relevante da geração da Copel vem de usinas hidrelétricas, que dependem do nível dos reservatórios. Anos de seca severa, como os que o Brasil enfrentou em 2021, reduzem a geração hídrica e forçam a empresa a comprar energia no mercado spot a preços mais altos. Esse risco hidrológico é cíclico e pode pressionar os resultados em anos de estiagem.

A diversificação para eólica e solar reduz, mas não elimina, esse risco. O portfólio de geração da Copel ainda tem concentração relevante em hidrelétricas, e a expansão para outras fontes renováveis exige investimentos que competem com a distribuição de dividendos. É um trade-off que a gestão precisa equilibrar.

Risco de execução e integração pós-privatização

Transformar uma estatal em empresa privada eficiente é um processo complexo que envolve mudança de cultura organizacional, renegociação de contratos, redução de pessoal e revisão de processos. Cada um desses passos pode gerar custos não recorrentes, passivos trabalhistas e resistência interna que atrasam a melhora de resultados.

O risco de execução é real e deve ser monitorado trimestre a trimestre. Se os indicadores operacionais, como perdas de distribuição, inadimplência e custos por unidade consumidora, não melhorarem no ritmo esperado, o mercado pode revisar para baixo as projeções de lucro e pressionar o preço da ação. Esse é o principal risco de curto prazo para quem compra CPLE3 hoje.

Resumindo os riscos: Regulatório, hidrológico e de execução são os três vetores de risco mais relevantes para CPLE3. Nenhum deles é fatal isoladamente, mas a combinação dos três em um mesmo período pode ser desafiadora para o papel.

Vale a pena comprar CPLE3 para o seu perfil?

A resposta para se vale a pena comprar CPLE3 depende do seu perfil de investidor, do seu horizonte de tempo, da sua tolerância a risco regulatório e de como o papel se encaixa na sua carteira como um todo.

Para quem CPLE3 faz sentido

CPLE3 tende a fazer sentido para investidores com horizonte de 3 a 5 anos ou mais, que acreditam na tese de melhora de eficiência pós-privatização e que buscam exposição ao setor elétrico com potencial de valorização acima dos pares. Também é interessante para quem quer diversificar uma carteira de dividendos com uma empresa em processo de turnaround.

Investidores que já têm posição em Taesa ou Engie Brasil podem ver CPLE3 como um complemento com perfil de risco diferente: mais upside potencial, mas também mais volatilidade. A diversificação dentro do setor elétrico reduz a concentração em um único modelo de negócio e em um único risco regulatório.

Para quem CPLE3 pode não ser a melhor escolha

Para investidores conservadores que dependem dos proventos para complementar renda no curto prazo, CPLE3 pode não ser a melhor opção neste momento. A incerteza sobre a política de dividendos pós-privatização e a volatilidade dos resultados durante o processo de transformação tornam o papel menos previsível do que alternativas como Taesa ou Engie Brasil.

Quem tem horizonte de investimento curto, abaixo de 2 anos, também deve pensar duas vezes. O processo de melhora operacional da Copel leva tempo, e o mercado pode demorar a reconhecer o valor criado. Comprar esperando uma valorização rápida é uma aposta com risco elevado.

Como o Grupo Nogueira pode ajudar na sua decisão

Analisar uma ação como CPLE3 exige cruzar dados financeiros, entender o contexto regulatório e calibrar a decisão com o seu perfil e os seus objetivos. O Grupo Nogueira trabalha com estratégias de comunicação e marketing digital para empresas do setor financeiro e de investimentos, ajudando negócios a conectar o conteúdo certo com o público certo no momento certo. Se você atua nesse mercado e quer atrair mais investidores qualificados, a conversa pode ser valiosa.

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“Investir em ações de utilities exige paciência e capacidade de separar o ruído de curto prazo da tese de longo prazo. CPLE3 é um papel para quem entende o setor e tem estômago para a volatilidade do processo de transformação.”

O que analisar antes de tomar a decisão final

Antes de comprar CPLE3, o investidor deve checar uma lista de pontos que vão além do preço atual e do dividend yield mais recente.

Lista de verificação antes de comprar CPLE3

Antes de executar a ordem de compra, revise os seguintes pontos com atenção. Cada um deles pode mudar a sua conclusão sobre o papel:

  • Qual é o P/L atual de CPLE3 comparado com EGIE3, TAEE11 e CMIG4?
  • Qual foi o dividend yield médio dos últimos 3 anos, excluindo pagamentos extraordinários?
  • Qual é a relação dívida líquida/EBITDA atual e a tendência nos últimos 4 trimestres?
  • Quais foram os indicadores operacionais de distribuição (perdas, inadimplência) nos últimos relatórios?
  • Qual é a política de dividendos declarada pela nova gestão?
  • Como CPLE3 se encaixa na sua carteira atual em termos de concentração setorial?
  • Qual é o seu horizonte de investimento e a sua necessidade de liquidez?

Fontes confiáveis para acompanhar CPLE3

Para monitorar CPLE3 com qualidade, use fontes primárias e confiáveis. O site de relações com investidores da Copel publica resultados trimestrais, apresentações para analistas e fatos relevantes. A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) disponibiliza todos os documentos regulatórios em seu portal. Plataformas como o Seu Dinheiro e o InfoMoney fazem cobertura detalhada do setor elétrico.

Evite basear decisões de investimento em grupos de WhatsApp ou dicas de redes sociais sem embasamento. A análise de uma ação como CPLE3 exige leitura dos demonstrativos financeiros, entendimento do contexto regulatório e comparação com pares do setor. Esse trabalho leva tempo, mas é o que separa uma decisão informada de uma aposta.

O papel do tráfego pago na educação financeira

Se você é um assessor de investimentos, uma corretora ou uma plataforma de educação financeira, sabe que atrair o investidor certo no momento certo é um desafio de marketing tanto quanto de conteúdo. Quem busca “vale a pena comprar CPLE3” está no fundo do funil de decisão, com intenção transacional clara. Capturar esse tráfego com anúncios bem segmentados no Google e no Meta pode gerar leads qualificados a um custo por aquisição muito competitivo.

O Grupo Nogueira já gerenciou mais de R$ 20 milhões em investimentos em tráfego pago e gerou mais de R$ 120 milhões em receita para clientes em diferentes segmentos, incluindo o mercado financeiro. Se você quer transformar buscas como essa em clientes reais, a conversa começa com uma análise da sua operação atual.

  1. Mapeie as keywords transacionais do seu nicho (como “vale a pena comprar CPLE3”).
  2. Crie landing pages específicas para cada intenção de busca.
  3. Segmente os anúncios por perfil de investidor e ticket médio esperado.
  4. Meça o custo por lead qualificado, não apenas o custo por clique.
  5. Otimize as campanhas com base nos dados de conversão, não em achismos.

Perguntas frequentes

Qual é o preço atual da CPLE3 e vale a pena comprar agora em 2025?

O preço da CPLE3 varia conforme o mercado, mas em 2025 a ação da Copel tem sido analisada com atenção por investidores em todo o Brasil devido ao seu histórico de dividendos e à privatização recente da empresa. Para saber se vale a pena comprar agora, é essencial comparar o preço atual com o valor intrínseco calculado por análise fundamentalista. Recomenda-se verificar plataformas como Status Invest ou Fundamentus antes de tomar qualquer decisão de compra.

CPLE3 paga bons dividendos? Qual é o dividend yield esperado para 2025?

A Copel historicamente distribui dividendos relevantes, e após a privatização o mercado espera uma política de distribuição ainda mais consistente em 2025. O dividend yield pode variar entre 6% e 10% ao ano dependendo do preço de entrada e dos resultados trimestrais da empresa. Investidores de renda passiva no Brasil têm olhado para CPLE3 como uma alternativa interessante dentro do setor elétrico.

Quais são os riscos de investir em CPLE3 que preciso conhecer antes de comprar?

Os principais riscos incluem variações na tarifa de energia regulada pela ANEEL, exposição a condições hidrológicas que afetam a geração de energia e riscos de gestão pós-privatização. Além disso, mudanças na política econômica do Brasil podem impactar o custo de capital da empresa e pressionar as margens. Todo investidor deve avaliar seu perfil de risco antes de alocar capital em qualquer ativo de renda variável.

CPLE3 é melhor do que EGIE3 ou TAEE11 para investir em 2025?

A comparação entre CPLE3, EGIE3 e TAEE11 depende do objetivo do investidor: CPLE3 oferece potencial de valorização pós-privatização, enquanto EGIE3 e TAEE11 são conhecidas pela estabilidade e previsibilidade de dividendos. Em termos de dividend yield e solidez operacional, as três são referências no setor elétrico brasileiro, mas CPLE3 carrega um prêmio de risco maior por estar em fase de transição de gestão. O ideal é diversificar entre elas para equilibrar risco e retorno na carteira.

Qual é o prazo recomendado para investir em CPLE3 e ver resultados reais?

CPLE3 é um investimento de médio a longo prazo, sendo recomendado um horizonte mínimo de 2 a 5 anos para capturar os benefícios da privatização e da maturação da nova gestão. No curto prazo, o papel pode apresentar volatilidade relacionada a resultados trimestrais e ao cenário macroeconômico do Brasil. Investidores que buscam resultados rápidos devem estar cientes de que renda variável exige paciência e disciplina para gerar retornos consistentes.

Preciso de muito dinheiro para começar a investir em CPLE3?

Não, você pode começar a investir em CPLE3 com valores acessíveis, já que é possível comprar frações de ações pelo mercado fracionário nas principais corretoras do Brasil. Com menos de R$ 100 já é possível adquirir uma posição inicial e ir aumentando gradualmente com aportes mensais. Essa estratégia de aportes regulares, conhecida como preço médio, é especialmente recomendada para investidores iniciantes que querem reduzir o risco de comprar no momento errado.

Como analisar os fundamentos da CPLE3 antes de comprar? Existe alguma garantia de retorno?

Para analisar CPLE3, os principais indicadores a observar são P/L (preço sobre lucro), P/VP (preço sobre valor patrimonial), ROE, dívida líquida e histórico de distribuição de dividendos. Não existe garantia de retorno em renda variável, e qualquer promessa nesse sentido deve ser tratada com desconfiança. O processo correto é estudar os relatórios trimestrais da Copel, acompanhar as decisões da nova gestão e consultar um assessor de investimentos certificado no Brasil.

Vale a pena comprar CPLE3 para uma carteira de longo prazo ou é melhor esperar uma queda no preço?

Tentar acertar o momento exato de compra, estratégia conhecida como market timing, é extremamente difícil até para investidores experientes no Brasil e no mundo. Para carteiras de longo prazo, a estratégia mais eficiente costuma ser comprar em aportes regulares independentemente do preço, diluindo o custo médio ao longo do tempo. CPLE3 pode ser uma boa adição a uma carteira diversificada de ações do setor elétrico, especialmente para quem busca renda passiva com dividendos consistentes.

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